Confusão de palavras e sentimentos.

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25/05/2012 @ 16:56


25/05/2012 @ 16:39
Daí ela se lembrou de como é ser forte. Ela enxugou suas lágrimas e sorriu. Sim, sorriu, porque ela sabe que algo melhor está por vir. Ela sabe.
Tati Bernardi (via segredosdeumpoeta)


25/05/2012 @ 16:39
Parece bobagem, mas se eu soubesse ao menos que você pensa em me ligar, de vez em quando, eu já seria um pouquinho mais feliz.
— Gabito Nunes (via maisumnasociedade)


24/05/2012 @ 21:31
É impressionante como a gente pode causar estragos, mesmo tendo boas intenções.
Pretty Little Liars    (via nomorefalse)


24/05/2012 @ 21:13
oqueaminhaalmafala:

“Você pediu pra eu ficar – eu fiquei; mesmo sabendo que ao passar dos dias nós voltaríamos para o mesmo lugar – aonde eu quero ir embora pelo meu orgulho ferido, e você me pedindo pra ficar, com o seu jeito de cachorrinho morto.  Eu jurei que seria a nossa ultima reconciliação, mas ontem você aprontou a mesma coisa que semana passada, e usou as mesmas desculpas, e eu senti as mesmas coisas, usei as mesmas palavras. E fiquei. Como sempre fico. Fiquei porque eu já havia me acostumado com o nosso ciclo vicioso.  Fiquei porque você demonstrava mais afeto por mim no dia em que tu aprontavas.  Fiquei porque já havia entrado na rotina o “perdão e a reconciliação”. Fiquei por medo de ficar sozinha, e te encontrar na outra semana nos braços de outra qualquer.  Fiquei porque eu achava que não havia mais escolha – ou era você, ou você. No começo eu achava que pegava pesado contigo, que tu não merecias tantas cobranças feitas por mim. Sério, você sempre conseguiu fazer me sentir culpada de tudo. Culpada por não ter te ligado, culpada pelas brigas, culpada pelo dia. Culpada por tudo. E na real? Eu confesso. Eu fui uma completa tonta em deixar você me alienar desse jeito. Eu amei você. Esse é o “x” da questão, eu te amei até quando não deveria. E o principal. Amei-te quando tu não merecias. Na verdade, tu nunca mereceste um amor como meu. Um amor que foi capaz de cegar os olhos para sucumbir seus erros, e ao mesmo tempo, abrir os olhos para os seus gracejos. Um amor que foi capaz de sair de sua zona de conforto pra viver rodeados de espinhos.  Um amor que outrora não conhecia o que era malicia e qual efeito ele causava, mas que hoje, tem medo de fechar os olhos e encontrar algo que faça lembrar você. Enfim. Um amor que você foi incapaz de sentir um terço sequer, nem metade, nem meio, nem de lado, nem redondo. Nada. Absolutamente nada. O pior de tudo é que, se nós brigássemos agora – nesse instante,  pelos mesmos motivos, eu te aceitaria de volta. É isso. Eu te aceitaria mesmo sabendo que na outra semana que irá passar, tu cometerias os mesmos erros, e viria até mim com as mesmas desculpas esfarrapadas, eu derramaria muitas e outras lagrimas, me faria de difícil, mas no fim, eu abriria a porta de minha alma para você, outra vez. É que.. se não tiver você e seus erros, eu não vou ter do que reclamar pra meio mundo. Se não tiver você, não vai haver mais graça em ouvir musicas e ler livros de romances. Se não tiver você.. não vou ter do que reclamar. Sabe aquela história de que, tem gente que gosta do que não presta? É mais ou menos isso. Aliás, nunca disse que prefiro mansidão ao invés de tempestade. Nunca disse que prefiro chá ao invés de uma dose de café amargo. Foi por isso e dentre outros motivos que me apaixonei por você. Porque com você eu tive altos e baixos. Uma hora nosso amor estava no ápice, e em outro momento, estava preste a se desmoronar. Nunca entendi esse teu jeito torto, ou incorreto de demonstrar algum tipo de afeto por mim. Havia momentos em que, só com a ternura de seu olhar me deixava sem fôlego algum, e em outros, nem com um beijo longo me tirava um suspiro se quer. A grande e mínima diferença entre nós dois é que, eu amei você o tempo todo, não teve pausas, nem recusa de afeto e carinho algum. Fiz de mim o seu porto seguro, mesmo você se desfazendo de todo o esforço que eu fazia por nós. Tá bom eu sei, era quase impossível notar os meus esforços. Ah! Mas cá entre nós, você se quer fazia questão de notar. Você é daqueles que só acredita vendo – apalpando. Eu dizia que as roseiras de nossa saleta eram minhas prediletas como pretexto pra tu me perguntar qual era o motivo de acha-las entre tantas outras.. as minhas prediletas, e poder dizer que o motivo era que, elas me lembravam o seu cheiro; cheiro de folha molhada, único. Mas de você não saía nada além de “hm” ou um longo arfar, como se eu estivesse o importunando. E você? Tu me amavas quando o sol já havia dado o seu toque de recolher, e a lua já estava descansando. Tu me amavas quando você queria “descarregar todas as suas energias”. Tu me amavas quando eu dizia que iria embora e nunca mais queria vê-lo na minha frente.  Era assim que tu me amavas, quando era conveniente para você e seu ego enfadado. E sabe o que é pior? É que caso, porventura a gente brigue – outra vez, e na hora você me pedir pra ficar, eu fico.” - Objetivar

oqueaminhaalmafala:

“Você pediu pra eu ficar – eu fiquei; mesmo sabendo que ao passar dos dias nós voltaríamos para o mesmo lugar – aonde eu quero ir embora pelo meu orgulho ferido, e você me pedindo pra ficar, com o seu jeito de cachorrinho morto.  Eu jurei que seria a nossa ultima reconciliação, mas ontem você aprontou a mesma coisa que semana passada, e usou as mesmas desculpas, e eu senti as mesmas coisas, usei as mesmas palavras. E fiquei. Como sempre fico. Fiquei porque eu já havia me acostumado com o nosso ciclo vicioso.  Fiquei porque você demonstrava mais afeto por mim no dia em que tu aprontavas.  Fiquei porque já havia entrado na rotina o “perdão e a reconciliação”. Fiquei por medo de ficar sozinha, e te encontrar na outra semana nos braços de outra qualquer.  Fiquei porque eu achava que não havia mais escolha – ou era você, ou você. No começo eu achava que pegava pesado contigo, que tu não merecias tantas cobranças feitas por mim. Sério, você sempre conseguiu fazer me sentir culpada de tudo. Culpada por não ter te ligado, culpada pelas brigas, culpada pelo dia. Culpada por tudo. E na real? Eu confesso. Eu fui uma completa tonta em deixar você me alienar desse jeito. Eu amei você. Esse é o “x” da questão, eu te amei até quando não deveria. E o principal. Amei-te quando tu não merecias. Na verdade, tu nunca mereceste um amor como meu. Um amor que foi capaz de cegar os olhos para sucumbir seus erros, e ao mesmo tempo, abrir os olhos para os seus gracejos. Um amor que foi capaz de sair de sua zona de conforto pra viver rodeados de espinhos.  Um amor que outrora não conhecia o que era malicia e qual efeito ele causava, mas que hoje, tem medo de fechar os olhos e encontrar algo que faça lembrar você. Enfim. Um amor que você foi incapaz de sentir um terço sequer, nem metade, nem meio, nem de lado, nem redondo. Nada. Absolutamente nada. O pior de tudo é que, se nós brigássemos agora – nesse instante,  pelos mesmos motivos, eu te aceitaria de volta. É isso. Eu te aceitaria mesmo sabendo que na outra semana que irá passar, tu cometerias os mesmos erros, e viria até mim com as mesmas desculpas esfarrapadas, eu derramaria muitas e outras lagrimas, me faria de difícil, mas no fim, eu abriria a porta de minha alma para você, outra vez. É que.. se não tiver você e seus erros, eu não vou ter do que reclamar pra meio mundo. Se não tiver você, não vai haver mais graça em ouvir musicas e ler livros de romances. Se não tiver você.. não vou ter do que reclamar. Sabe aquela história de que, tem gente que gosta do que não presta? É mais ou menos isso. Aliás, nunca disse que prefiro mansidão ao invés de tempestade. Nunca disse que prefiro chá ao invés de uma dose de café amargo. Foi por isso e dentre outros motivos que me apaixonei por você. Porque com você eu tive altos e baixos. Uma hora nosso amor estava no ápice, e em outro momento, estava preste a se desmoronar. Nunca entendi esse teu jeito torto, ou incorreto de demonstrar algum tipo de afeto por mim. Havia momentos em que, só com a ternura de seu olhar me deixava sem fôlego algum, e em outros, nem com um beijo longo me tirava um suspiro se quer. A grande e mínima diferença entre nós dois é que, eu amei você o tempo todo, não teve pausas, nem recusa de afeto e carinho algum. Fiz de mim o seu porto seguro, mesmo você se desfazendo de todo o esforço que eu fazia por nós. Tá bom eu sei, era quase impossível notar os meus esforços. Ah! Mas cá entre nós, você se quer fazia questão de notar. Você é daqueles que só acredita vendo – apalpando. Eu dizia que as roseiras de nossa saleta eram minhas prediletas como pretexto pra tu me perguntar qual era o motivo de acha-las entre tantas outras.. as minhas prediletas, e poder dizer que o motivo era que, elas me lembravam o seu cheiro; cheiro de folha molhada, único. Mas de você não saía nada além de “hm” ou um longo arfar, como se eu estivesse o importunando. E você? Tu me amavas quando o sol já havia dado o seu toque de recolher, e a lua já estava descansando. Tu me amavas quando você queria “descarregar todas as suas energias”. Tu me amavas quando eu dizia que iria embora e nunca mais queria vê-lo na minha frente.  Era assim que tu me amavas, quando era conveniente para você e seu ego enfadado. E sabe o que é pior? É que caso, porventura a gente brigue – outra vez, e na hora você me pedir pra ficar, eu fico.” - Objetivar


24/05/2012 @ 21:06
E quantas vezes você falou:”Essa é a última vez.”

24/05/2012 @ 21:03
Quando vai embora tudo fica sem graça…

24/05/2012 @ 10:09

24/05/2012 @ 10:05
- TODA GAROTA JÁ: Mentiu para a mãe, mentiu pro professor, tomou um banho de chuva, riu quando não pode, chorou até dormir, molhou a casa inteira porque esqueceu de pegar a toalha, riu de piadas super idiotas, se apaixonou, sofreu em silêncio, perdeu uma amizade importante, chorou por um carinha que lhe fez sofrer, teve cólica, ouviu várias vezes a mesma música no mesmo dia, tem como melhor consolo o chocolate… Garotas sempre iguais, mas ao mesmo tempo, tão diferentes…

24/05/2012 @ 10:05

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